18 de Maio, celebração do Dia Internacional dos Museus
O Dia Internacional dos Museus, assinalado a 18 de maio, é uma efeméride de grande tradição para o mundo dos museus, tendo a sua celebração tido início em 1977, por iniciativa do ICOM – Conselho Internacional de Museus. O objetivo deste dia é chamar a atenção para o facto de que “os museus são um importante meio de intercâmbio cultural, enriquecimento de culturas e desenvolvimento de entendimento mútuo, cooperação e paz entre os povos”.
Os espaços museológicos assumem-se hoje como parte integrante de uma rede mundial e, simultaneamente, como pontos focais para as comunidades em que estão inseridos. Neste sentido, o Município de Sátão procura promover e suscitar o interesse pela cultura convidando todos os munícipes a visitarem os museus do concelho:
Museu Camila Loureiro – Situado em Sátão, no espaço da antiga cadeia, o seu acervo é constituído por obras de pintura e escultura contemporâneas da artista plástica premiada Camila Loureiro;
Museu de Gulfar – Lugar onde em tempos serviu o espaço ancestral da Câmara do antigo concelho de Gulfar, onde no seu acervo podemos encontrar painéis acrílicos com informação histórica e ainda deslumbrar-nos com alguns artefactos e peças antigas;
Museu Etnográfico de Rio de Moinhos - Museu que ocupa o espaço da antiga Cadeia de Rio de Moinhos, sendo o seu acervo constituído por coleções no âmbito do traje, alfaias agrícolas e objetos domésticos do quotidiano rural.
Museu de Arte Naïf (abre brevemente) - Situado no espaço localizado na aldeia de Pedrosas, que foi doado à autarquia de Sátão por Hermínio Ferreira, economista e banqueiro falecido em 2019. Este Museu de Arte Naïf dedica-se à divulgação e à valorização deste género artístico, caraterizado por ser um tipo de arte desenvolvido por artistas sem conhecimento de técnicas académicas, de forma simples e espontânea e sem obedecer às regras convencionais.
Centro Interpretativo de Ferreira de Aves - Um espaço que visa recordar o passado medieval deste território, das suas gentes, os seus ilustres, como Lopo Pacheco Fernandes ou Martinho Paes, entre outros, os usos e costumes e, sobretudo, as suas gentes.
Centro Interpretativo de Forles (abre brevemente) - Um núcleo expositivo que mostra os resultados da recente intervenção na Orca de Forles. Trata-se de um espaço expositivo, mas também pedagógico onde se podem desenvolver ações didáticas com os mais novos que podem aqui aprender muito sobre a arqueologia.
